
![Comparação N95 [1].jpg](https://static.wixstatic.com/media/21b8d6_085727ebf86c4790a3e048273f4fd057~mv2.jpg/v1/fill/w_839,h_237,al_c,q_80,usm_0.66_1.00_0.01,enc_avif,quality_auto/Compara%C3%A7%C3%A3o%20N95%20%5B1%5D.jpg)
Em tempos de pandemia de COVID-19, uma doença emergente de transmissão respiratória e em que o uso dos equipamentos de proteção individual são armas poderosas para proteção dos profissionais; é muito importante entender que um respirador N95 que não se ajusta bem a face e/ou que perde a vedação conforme os movimentos do corpo durante a realização das atividades, coloca em risco a segurança daqueles que prestam assistência direta ao paciente.
Esse artigo publicado em março/2020 no Journal of Hospital Infection trata da comparabilidade entre dois respiradores N95 no que se refere a usabilidade e performance desses equipamentos, durante as atividades de enfermagem.

Inicialmente os autores fazem considerações sobre o uso rotineiro de respiradores faciais N95 para doenças de transmissão aérea e os riscos de contaminação que profissionais de saúde se submetem, caso a vedação do respirador esteja comprometida durante o uso. A confiabilidade dos respiradores N95 depende do ajuste correto.
Para cumprir os requisitos rigorosos, os fabricantes devem garantir que a espessura de um respirador seja aumentada e o diâmetro da fibra deve ser reduzido. Portanto, no tradicional respirador N95 é mais espessas que as máscaras cirúrgicas, comprometendo assim respirabilidade.
J Hosp Inf. Mar/2020 (104)3: 336-43
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